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  1. Os Estatutos do Movimento Convívios Fraternos são a prova especial dinâmica do movimento e principalmente a experiência do Convívio Fraterno, tal como idealizada pelo seu fundador e vivida por mais de 60000 jovens no seu Convívio Fraterno, são de fundamental valor para a Igreja e para o anúncio de Cristo na construção de um mundo melhor! Ver artigo completo
  2. Os Estatutos do Movimento

    Estatutos e leis são algo que normalmente não é matéria apelativa, ou algo que pensemos em primeiro lugar para ocupar o nosso tempo. No entanto, se és conviva e queres conhecer os moldes em que o Movimento foi oficialmente aprovado pela Igreja portuguesa (o conjunto dos bispos da Igreja Católica de todas as dioceses do país), apresentamos-te aqui os estatutos do movimento. Os estatutos do movimento têm uma grande importância: não são apenas "leis" ou "princípios". São a prova que o Movimento existe em Igreja e está profundamente inserido na Igreja. Esta existência baseia-se não só com base no Assistente Nacional e fundador Pe. Valente de Matos e nos vários Directores Espirituais diocesanos, mas sim na profunda comunhão e partilha com os nossos Bispos. São a prova que a especial dinâmica do movimento e principalmente a experiência do Convívio Fraterno, tal como idealizada pelo seu fundador e vivida por mais de 60000 jovens no seu Convívio Fraterno, são de fundamental valor para a Igreja e para o anúncio de Cristo na construção de um mundo melhor! Nas próximas páginas podes ler os estatutos, organizados pelos seus capítulos e artigos. Se quiseres, podes fazer download do documento aqui. Boa leitura! Artigo 1º (Denominação e Natureza) 1. O Movimento dos Convívios Fraternos, doravante designado por "Convívios Fraternos" é, nos termos dos cânones 299 e 322, uma Associação privada de Fiéis, jovens e adultos, solteiros e casados, que frequentaram e viveram um "Convivio-Fraterno", de acordo com o Artigo 5º destes Estatutos. 2. "Os Convívios Fraternos" regem-se pelo Código de Direito Canónico, pelos presentes Estatutos, pelas normas gerais das Associações de Fiéis da Conferência Episcopal Portuguesa, e pela legislação civil e canónica aplicáveis. 3. Os "Convívios Fraternos" gozam de personalidade jurídica civil, por escritura de 24 de Abril de 1981, publicados em Diário da República, III Série, n°123 de 29 de Maio de 1981. 4. Os "Convívios Fraternos" estão sujeitos à vigilância da Conferência Episcopal Portuguesa, em conformidade com os cânones 305 e 323. 5. O Movimento não tem fins lucrativos, reduz ao mínimo a posse de bens, devendo encaminhar integralmente o produto dos donativos recebidos, deduzidas as despesas, para as suas finalidades apostólicas. Artigo 2º (Objectivos gerais ou fins) São objectivos do Movimento: 1. Fomentar, de um modo geral, a vida e o testemunho cristãos, bem como o compromisso apostólico, individual, familiar e social de todos os seus membros, de acordo com o Evangelho e as orientações da Igreja Católica. 2. Suscitar o desejo e o propósito de viver a mensagem cristã, com as suas exigências, em todas as dimensões da vida, nomeadamente na luta pela justiça, defesa da dignidade pessoal e promoção dos Direitos Humanos, desde que compatíveis com a doutrina da Igreja Católica. 3. Motivar todos os seus membros para a vivência e participação na comunidade cristã, com os direitos e deveres que tal condição comporta. 4. Desenvolver a vocação apostólica e missionária, de modo a que os seus membros se empenhem na evangelização no meio em que vivem e a aceitar o chamamento de Deus para a vida sacerdotal e para a vida consagrada. 5. Ajudar e motivar a inserção apostólica nas paróquias e seus serviços bem como nos movimentos apostólicos de nível diocesano, em grupos j á existentes ou em actividades ocasionais de apoio ao Movimento. 6. Incentivar a formação de grupos apostólicos onde ainda não existem. 7. Empenhar-se na formação cristã dos seus membros, quer através das iniciativas diocesanos e locais, quer de iniciativas próprias. Artigo 3º (Sede) O Movimento tem a sua sede na Rua Júlio Neves, n°65,3 860-13 0 Avanca - Estarreja, Portugal. Artigo 4º (Admissão) 1. Podem ser membros dos "Convívios Fraternos" os jovens e adultos cristãos que, tendo exprimido o desejo de pertencer ao Movimento, nele são admitidos pelos órgãos competentes, segundo as normas em vigor. 2. Só podem ser admitidos as pessoas que tiverem participado num "Convívio Fraterno". Artigo 5º (Convivio-Fraterno e actividades) 1. Um Convivio-Fraterno é um encontro de três dias de rapazes e raparigas com mais de dezasseis anos, ou de casais jovens, em regime de permanência, orientado por uma Equipa Coordenadora e por um Sacerdote, Director Espiritual do convívio. 2. Cada Convivio-Fraterno pretende: 2.1 Levar os participantes, mediante um encontro consigo próprios, com Deus e com os outros, a fazer uma opção pessoal e responsável por Jesus Cristo. 2.2 Despertar e fortalecer o compromisso baptismal dos participantes, avivando neles a sua origem divina e levando-os a centrar a sua vida espiritual na Palavra e na Eucaristia, o que constitui o carisma do movimento. 2.3 Favorecer a descoberta do sentido autêntico do amor. 2.4 Levar à descoberta mais profunda da vocação cristã, como força do ideal e dinamismo da esperança. 2.5 Empenhar os participantes como protagonistas na construção de um mundo melhor que tenha Cristo como centro da história do Homem e do Mundo. Artigo 6º (Saída do Movimento) 1. Qualquer membro pode abandonar o Movimento, devendo comunicar por escrito essa decisão aos Órgãos competentes. 2. No caso em que um membro dos "Convívios Fraternos" venha a ter um comportamento incompatível com os seus fins e exigências, poderá ser convidado pelos órgãos competentes a abandonar o Movimento. Artigo 7º (Deveres) 1. Os membros, cada qual a seu modo, devem empenhar-se nos fins e vida do Movimento, colaborando nas suas paróquias e meios de vida, para que dele beneficiem outros jovens e casais. 2. Devem, também, integrar-se num "núcleo" paroquial ou formado a outro nível, para aí serem estimulados e servirem de estímulo aos seus membros. 3. Não havendo qualquer quota determinada, devem os membros colaborar voluntariamente e segundo as suas possibilidades nas despesas do Movimento. 4. A todos os membros se recomenda, na sequência do convívio, a participação regular nas actividades promovidas, a saber: Semanas de reflexão e formação, Encontros de reflexão e Recreio, Campanhas de evangelização. Artigo 8º (Direitos) 1. Todos os inscritos no Movimento participam, de harmonia com os Estatutos, na constituição dos seus Órgãos e podem participar livremente nas actividades programadas e delas beneficiarem para sua formação e revigoramento espiritual. 2. Todos os membros têm o direito a receber o jornal "Balada da União", órgão oficial do Movimento, e a colaborar na sua publicação, segundo as normas prescritas. Artigo 9º (Organização) 1. O Movimento está organizado a nível nacional, diocesano e paroquial. 2. Tem a sua célula base no núcleo paroquial, constituído por jovens ou casais, no mínimo com seis elementos. Através do núcleo prossegue a realização dos objectivos do Movimento. Artigo 10° (Órgãos do Movimento) São órgãos do Movimento: Conselho Nacional, Secretariado Nacional, Secretariado Diocesano, Equipa de Animação Diocesana, Núcleo Paroquial. § 1 — Conselho Nacional Artigo 11º (Conselho Nacional) 1. O Conselho Nacional é presidido por um sacerdote ou leigo, eleito segundo as normas vigentes. A sua escolha será homologada pela Conferência Episcopal Portuguesa, isto é, pela Comissão Episcopal do Laicado e família 2. O Fundador do Movimento desempenhará simultaneamente as funções de Presidente do Conselho Nacional e Assistente Nacional do Movimento. 3. O Conselho é constituído por membros do movimento, leigos, presbíteros, diáconos ou consagrados, assim determinados: Presidente, Secretário, Tesoureiro, dois membros de cada secretariado diocesano e o Assistente Nacional, se este não for o Presidente. 4. Os membros do Conselho Nacional são eleitos pelo Plenário dos Secretariados Diocesanos, em assembleia geral para isso convocada. 5. O mandato do Conselho Nacional será de três anos, podendo ser renovado, em todo ou em parte, por um segundo triénio. 6. O Conselho reúne, ordinariamente, duas vezes por ano e, extraordinariamente, quando o Presidente o julgar necessário. Das suas reuniões será lavrada acta em livro próprio e das decisões será dado conhecimento aos Secretariados Diocesanos. 7. O Assistente Nacional será nomeado pela C.E.P. por proposta do Conselho Nacional. Artigo 12° (Competências) 1. O Conselho Nacional tem as seguintes competências: 1.1 Coordenar e apoiar, a nível nacional, as actividades do movimento. 1.2 Zelar para que o espírito e directrizes do Movimento conservem a sua unidade, atendendo às opções concretas de cada diocese. 1.3 Apoiar os Secretariados Diocesanos quando for necessário. 1.4 Organizar anualmente o Convívio-Animação Nacional e outras actividades de âmbito nacional. 1.5 Representar o movimento, através do Presidente ou seu delegado, em todas as instâncias, quando for solicitado ou for julgado o contacto como necessário ou oportuno. 1.6 Alterar os Estatutos. 1.7 Aprovar o Regulamento interno: 1.8 Aprovar eventual extinção do Movimento. 1.9 Aceitar legados, doações ou outras ofertas a favor do Movimento. 1.10 Apreciar e aprovar as contas da administração, apresentadas pelo Tesoureiro. 2. O Presidente preside a todas as reuniões do Conselho Nacional e do Secretariado Permanente e representa o Movimento, quando necessário. 3. O Secretário redige as actas e convocatórias das reuniões e substitui o Presidente no seu impedimento. O Tesoureiro ocupa-se de todos os aspectos administrativos. § 2 — Secretariado Permanente Artigo 13° (Secretariado Nacional) 1. O Secretariado Permanente é constituído pelo Presidente do Movimento, Assistente Nacional, Secretário e o Tesoureiro do Conselho Nacional, e ainda quatro elementos eleitos de entre os membros do Conselho Nacional. 2. Reunirá, convocado pelo Presidente do Conselho Nacional, sempre que se julgue necessário dar resposta a problemas urgentes e oportunos do movimento. 3. O seu mandato será de três anos, podendo ser renovado, por um segundo triénio. Artigo 14° (Competências) Compete ao Secretariado Nacional: 1 Preparar e convocar as reuniões do Conselho Nacional. 2. Dirigir e orientar o jornal "Balada da União", órgão oficial do movimento. 3 Dar resposta, sempre que necessário e urgente, aos números 1.1,1.2 e 1.3 do n° 1 do artigo 12º. 4. Planear, organizar e preparar actividades formativas, culturais, pastorais e religiosas a nível nacional, sob proposta do Conselho Nacional. De todas as reuniões será lavrada uma acta. § 3 — Secretariado Diocesano Artigo 15° (Secretariado Diocesano) 1. O Secretariado Diocesano é o órgão animador e coordenador dos núcleos do movimento em cada diocese. Disporá de uma equipa com Presidente, Secretário, Tesoureiro e Assistente Espiritual que realizarão as funções que lhe são próprias. 2. O Secretariado Diocesano é eleito pelo plenário dos núcleos paroquiais e o Assistente Espiritual pelo Ordinário Diocesano. Artigo 16° (Competências) Compete ao Secretariado diocesano: 1. Promover e orientar a realização de Convívios Fraternos na Diocese. 2. Organizar semestralmente um Convívio-Animação. 3. Incentivar, coordenar e apoiar as iniciativas dos núcleos. 4. Garantir a preparação dos membros das equipas chamados a orientar cada convívio, bem como a assistência espiritual dos convívios que se realizam na Diocese, dando conhecimento da sua realização ao Bispo Diocesano e ao Secretariado Permanente. § 4 — Equipa de Animação Diocesana Artigo 17° (Equipa Animação Diocesana) A Equipa de Animação Diocesana é um órgão diocesano formado pelos membros do Conselho Diocesano e pelos Coordenadores de todos os núcleos paroquiais. Artigo 18° (Competências) 1. Compete à Equipa de Animação Diocesana: 1.1 Coordenar e informar os núcleos paroquiais de todas as actividades do movimento a realizar a nível Diocesano e Nacional. 1.2 Organizar e colaborar em actividades formativas, culturais e apostólicas nas paróquias. 1.3 Preparar e apoiar os Convivios-Fraternos e seus encerramentos a realizar na diocese. 2. A Equipa de Animação terá reuniões bimestrais. § 5 — O Núcleo paroquial Artigo 19° (O Núcleo Paroquial) 1. O Núcleo é a célula-base do movimento e prossegue, a nível paroquial, os objectivos enumerados no artigo 2º. 2. Cada Núcleo deverá ao menos reunir-se quinzenalmente. 3. A reunião é um momento de revisão de vida pessoal e apostólica e da vida do grupo, como tal, devendo impulsionar, em cada membro, a sua Fidelidade e entusiasmo. 4. Sempre que uma actividade apostólica do núcleo se destine também a não convivas, essa actividade deve ser acordada atempadamente com o Pároco. 5. O funcionamento do Núcleo Paroquial será estabelecido no Regulamento Interno. Artigo 20° (Competências) 1. Compete em especial a cada núcleo: 1.1 Inserir-se na Comunidade Paroquial, como Igreja, e nos grupos existentes e colaborar nas iniciativas apostólicas. 1.2 Organizar ou participar em reuniões de formação humana, moral, espiritual ou de oração. 1.3 Promover a evangelização e a formação integral dos jovens e casais da paróquia. 1.4 Intensificar a vida de piedade e de oração como elementos primordiais da vivência cristã e do aperfeiçoamento progressivo. 2. Todas as tarefas serão realizadas com conhecimento e colaboração do Pároco. § 6 — Regulamento Interno Artigo 21° (Natureza) Um Regulamento Interno, aprovado pelo Conselho Nacional, complementará os presentes Estatutos, quanto a diversos aspectos de funcionamento do Movimento. § 7 — Jornal Oficial do Movimento Artigo 22° (Jornal Oficial) 1. O Movimento publica, bimestralmente, o jornal "Balada da União", que é o seu órgão oficial, distribuído a todos os seus membros. 2. Este jornal pretende fomentar a união, a entre-ajuda e a informação a todos os seus membros. Será distribuído a outras pessoas ou instituições que manifestem interesse em o receber. 3. Como órgão oficial do movimento, "Balada da União" só publicará colaboração que esteja de acordo com a doutrina da Igreja. 1. O Movimento, como entidade jurídica reconhecida, pode receber legados, doações ou ofertas ocasionais. 2. As receitas habituais do movimento provêm apenas das ofertas voluntárias dos seus membros e de iniciativas levadas a cabo para essa finalidade. 3. Em nenhuma das suas actividades o movimento tem fins lucrativos, e todo o trabalho prestado para realizar os seus fins, é feito em regime de voluntariado. 4. Todos os bens do Movimento destinam-se a custear despesas feitas com as suas actividades. Se houver excedentes, destinar-se-ão a apoiar obras relacionadas com o Movimento, ouvido o parecer do Conselho Nacional. 5. Toda a movimentação administrativa será registada em livro próprio pelo respectivo tesoureiro, nacional ou diocesano. Artigo 24° (Alteração dos Estatutos) 1. Os presentes Estatutos, tal como os objectivos do Movimento, só poderão ser alterados pelo Conselho Nacional, em reunião convocada "ad-hoc", exigindo-se para o efeito a maioria qualificada de dois terços dos votos dos presentes, após consulta prévia aos Secretariados Diocesanos. 2. Tais alterações, para a validade, necessitam da confirmação da Conferência Episcopal Portuguesa. Artigo 25° (Extinção do Movimento) 1. O Movimento só poderá ser extinto, em reunião convocada "ad-hoc", exigindo-se para o efeito a maioria qualificada de dois terços (ou outra maioria) dos votos dos presentes, após consulta aos Secretariados Diocesanos. 2. A decisão sobre a extinção só produzirá efeitos jurídicos depois de aprovada pela Conferência Episcopal Portuguesa Artigo 26° (Aprovação dos Estatutos) Estes Estatutos foram aprovados pela Conferência Episcopal Portuguesa a teor do cânon 322 do Código de Direito Canónico, a 01 de Março do ano de 2010.
  3. Agora, apenas afirmo: enquanto Ele quiser servir-se de mim na construção do seu Reino, estou disponível. Ver artigo completo
  4. Passaram-se nos dias 18, 19 e 20 de maio, 50 anos que, envolto em dúvidas e em incertezas mas também com muita esperança e grande confiança que, ao serviço apostólico da Igreja e iluminado pela força do Espírito Santo, organizei e orientei, ajudado por 8 jovens a cumprir o serviço militar obrigatório, esta primeira experiência de Deus para entusiasmar e seduzir jovens por Cristo, em Castelo Branco: a que demos o nome de Convívio Fraterno por no final deste trabalho apostólico, todos ficarmos unidos e a amarmo-nos como irmãos. Volvidos estes 50 anos de vida apostólica deste movimento, dou graças ao Senhor por me ter ajudado nos 283 Convívios Fraternos realizados na diocese do Porto (só não participei em 4), nos 53 convívios para jovens militares e em mais de 100 noutras dioceses e no estrangeiro, em que tive o grato e inesquecível privilégio de ajudar mais de 20 mil jovens e aproximadamente 500 casais nos convívios para eles realizados no Porto, a reencontrarem-se e entusiasmarem-se por Jesus Cristo. E isto aconteceu em todos os convívios como no primeiro: com a mesma fé, a mesma alegria, a mesma paz, a mesma serenidade e a mesma certeza de que o Espírito Santo iria transformar os corações daqueles jovens e casais, apesar das fraquezas e das limitações a que eu, os jovens e casais das equipas coordenadoras a quem o Senhor escolhera e chamara para ser o instrumento transmissor do seu amor em cada convívio, e assim testemunhar e seduzir os participantes pelo Grande Amigo, a quem apelidamos com carinho de JC que, como afirmava o Papa Francisco, só tem um defeito: “teimosamente” sempre nos amar, sempre nos perdoar e nunca, sobretudo nos momentos complicados da vida, nos abandonar. A grande mensagem de cada convívio é: Deus é amor e só por nós quer ser amado no amor que aos outros consagramos. Neste momento, reflectindo, não me lembro haver no fim de um convívio uma desilusão, um sentimento de fracasso, embora, por vezes, durante os 2 primeiros dias de trabalho, um reconhecimento das nossas fragilidades e limitações como transmissores da mensagem, mas sempre com uma grande confiança em Jesus Cristo e Sua Mãe, a quem confiamos os bons frutos do nosso trabalho e a quem nos entregamos de alma e coração ao transmiti-l`O. Os milhares de jovens a quem Deus convidou e o Espírito Santo iluminou para nas equipas coordenadoras serem seus instrumentos nos 1360 convívios até hoje concretizados, são testemunhas verídicas do que acabo de escrever. Para mim todos os convívios tendo a mesma dinâmica, foram sempre diferentes e vividos como o primeiro há 50 anos. Eu e os elementos das equipas que comigo mais estiveram neste trabalho apostólico, nunca nos sentimos desiludidos ou frustrados. O cansaço pelas noites com apenas 3 ou 5 horas dormidas; os problemas difíceis por vezes surgidos; as limitações sentidas pela nossa pequenês e fragilidade, tudo é ultrapassado e compensado pela alegria e felicidade que sentimos na alegria e felicidade sentida e manifestada por todos no encontro feito com Jesus Cristo, nosso Amigo, em todos os convívios?!... Momentos sempre novos, sempre diferentes em cada convívio realizado!... Ao realizar o convívio 1359, o cinquentenário, é difícil explicar e compreender a sensação tão profunda, tão marcante, tão gratificante e tão esperançosa ao recordar e relacionar o 1º convívio realizado em Castelo Branco, há 50 anos - bem presente na minha memória e em saudade e ao reviver e sentir a reação, a força do mesmo palpitar dos corações e o mesmo entusiasmo por Cristo nos 24 jovens presentes neste convívio, como há 50 anos nos que fizeram o 1º convívio. A mesma força, a mesma alegria, a mesma esperança, a mesma certeza, o mesmo dinamismo, o mesmo entusiasmo sentido neste convívio, como em todos os outros que realizei?!... A paz, a felicidade sentidas ao fim de 5 horas no 2º dia deste convívio, como em todos outros, sentado numa cadeira, escutando histórias de vida, desfazendo dúvidas, iluminando corações em escuridão, dissipando problemas e seguidamente sentir a alegria e a felicidade experimentadas, nos jovens com o perdão inesgotável do grande Amigo, Jesus Cristo, são inexplicáveis apenas vividas e sentidas!... E no fim, de tudo isto, sem sentir cansaço, mas apenas paz e amor. A alegria de passar pela Capela e presenciar um clarão de velas acesas em frente do sacrário, onde se encontra o “prisioneiro “ do nosso amor, são momentos repetitivos em todos os convívios mas sempre novos e repletos de esperança na certeza de que aqueles jovens felizes e marcados para sempre por esta experiência, vão regressar novamente ao mundo de onde vieram mas agora iluminados pela luz de Cristo para iluminar os caminhos dos outros homens. Decorridos estes 50 anos, apenas me sinto um ser “inútil” de que Deus se tem servido para espalhar este carisma; um privilegiado de que, apesar das minhas limitações e fraquezas, Deus me ama e quer continuar ainda hoje a servir-se de mim, dando assim sentido ao meu sacerdócio e à minha vida. Agora, apenas afirmo: enquanto Ele quiser servir-se de mim na construção do seu Reino, estou disponível. Pe. Valente
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    Edição do Jornal Balada da União de Julho, Agosto e Setembro de 2018 (Edição especial do Cinquentenário)
  6. Jovens em Alerta - Confia

    Neste convívio tivemos a sorte de ter os 3 dias connosco a cruz peregrina, em cada momento, dos 3 dias ela nunca nos largou e fez o CF1358 muito diferente. Ver artigo completo
  7. Confia

    Nos dias 20, 21 e 22 de abril realizou o convívio 1358 na diocese de Paris, foram 3 dias intensos onde 28 jovens participaram. Nestes 3 dias os jovens sentiram que havia outros jovens que rezavam por eles. Neste convívio tivemos a sorte de ter os 3 dias connosco a cruz peregrina, em cada momento, dos 3 dias ela nunca nos largou e fez o CF1358 muito diferente. A palavra que veio mais ao falar neste convívio, foi "confia". Pois quando alguém nos convida a viver um CF, nós aceitamos porque confiamos, mas antes de mais de tudo, confiar em Deus, porque ele é amor, ele é perdão e ele é alegria. Alguns destes 28 jovens preparam-se a viver o encontro Nacional em Fátima em Setembro, será de certeza novamente uma bela experiência para eles. Patrick Marques CF984 em Paris
  8. 50 Anos dos Convívios Fraternos

    Todas as Fotografias alusivas às comemorações dos 50 anos do Movimento
  9. Artista(s): Fabíola Mourinho
    Leva-me mais longe, para lá do horizonte Eu quero, eu quero chegar Te ofereço, Senhor, minha vida O Brilho do meu Olhar! Leva-me mais longe, Senhor! Leva-me mais longe, Senhor! Como Maria eu quero Chegar!
  10. Artista(s): Fabíola Mourinho
    Firme na fé digo sim ao Amor No SIM de Maria eu quero crescer, Enraizado no Senhor! Firme na fé digo sim ao Amor!
  11. Artista(s): Pe. Marcos Alvim
    Somos jovens do futuro Como amor e alegria Peregrinos da partilha Queremos ser como tu, Maria!
  12. Artista(s): Pe. Marcos Alvim
    Os Puros de coração verão a Deus, E cantarão o Seu Amor! Cantarão o Seu Amor!
  13. Artista(s): Pe. Marcos Alvim
    Caminhamos ao encontro do Amor do Pai, Vem connosco Maria caminhar! Somos jovens e queremos Seu Amor anunciar! Queremos seu Amor anunciar!
  14. Hoje, Mãe os nossos corações unem-se para louvar a Deus pelo dom deste Movimento de evangelização. Ver artigo completo