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  3. Pe. Valente de Matos

    Vídeos sobre o nosso fundador, o Pe. Valente de Matos
  4. Bom Ano Novo!

    "Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida" (Jo 8:12)
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    Edição do Jornal Balada da União de Outubro, Novembro e Dezembro de 2020
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    Edição do Jornal Balada da União de Julho, Agosto e Setembro de 2020
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    Edição do Jornal Balada da União de Abril, Maio e Junho de 2020
  8. Do Movimento - Vai ser Natal!

    Este é o meu voto de NATAL que gostaria fosse extensivo a todos os jovens e casais convivas. Ver artigo completo
  9. Vai ser Natal!

    Na marcha febril do tempo,mais uma vez vai ser NATAL: nascimento do Menino Deus,acontecido há, aproximadamente, 2020 anos. Não importa, todavia, nem o ano, nem o dia, nem a hora do Seu nascimento em Belém da Palestina!... Importa, isso sim, que o Seu nascimento e a sua mensagem ultrapassaram o presépio de Belém e o tempo e se espalhou durante estes 21 séculos por todo o mundo como proposta de salvação e caminho de paz e de Amor para todos os homens de todas as raças, cores e condições sociais, que acolheram o pregão dos anjos anunciador do seu nascimento: «Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens por Ele amados.». Por isso o nascimento do Emanuel, do Deus connosco, passou a ser vivido, celebrado, ou atualizado como uma “Festa” de cada homem, de todos os homens, de todas as famíliase coletividades, mesmo daqueles que não aceitam a sua dimensão divina... Infelizmente em todo o mundo ainda hoje e cada vez mais, se acentua em cada Natal que vivemos, a dimensão profundamente humana, consumista e pagã!... Este ano mais uma vez vai acontecer o 2020 aniversário do nascimento de Cristo. Vai ser vivido em tempo de pandemia, de contenção, de sofrimento, de medo em muitos corações e, por isso, tambémde muitas privações e carências materiais e espirituais, com muitas famílias feridas e amarguradas pela morte de seus entes queridos vítimas do COVID-19. Para nós que acreditamos que o Natal é o nascimento de Deus Menino, de Cristo Salvador, esta celebração não se pode limitar a uma simples comemoração ou festa familiar ou social. Urge que, como jovens seduzidos por Jesus Cristo, o grande Amigo, marquemos a diferença neste Natal. Ele vem para permanecer em nós, para com todos e cada um de nós construir a família de Deus. Neste Natal, vivido em tempo de pandemia e, por isso, num mundo infindável de propostas de abertura às necessidades dos outros homens nossos irmãos, todos devemos semear a intranquilidade nas nossas consciências, na minha, na tua, na de todos, por vezes adormecidas perante o sofrimento dos outros para, neste Natal, não nos satisfazermos comodamente apenas coma festa familiar, mas acordarmos para a atualidade do nosso mundo. Este é o meu voto de NATAL que gostaria fosse extensivo a todos os jovens e casais convivas. Natal perene vivido em cada minuto, em cada hora em cada dia, em cada ano!... Vida palpitante em permanente caminhada de Amor!... Vida que seja em todos os momen-tos para cada um de nós e para todos os homens o convite dos anjos do Presépio: GLORIA A DEUS NAS ALTURAS EPAZ NA TERRA A TODOS OS HOMENS POR ELE AMADOS. Pe. Valente de Matos
  10. 1º DE JANEIRO DE 2021 A CULTURA DO CUIDADO COMO PERCURSO DE PAZ 1. Aproximando-se o Ano Novo, desejo apresentar as minhas respeitosas saudações aos Chefes de Estado e de Governo, aos responsáveis das Organizações Internacionais, aos líderes espirituais e fiéis das várias religiões, aos homens e mulheres de boa vontade. Para todos formulo os melhores votos, esperando que o ano de 2021 faça a humanidade progredir no caminho da fraternidade, da justiça e da paz entre as pessoas, as comunidades, os povos e os Estados. O ano de 2020 ficou marcado pela grande crise sanitária da Covid-19, que se transformou num fenómeno plurissectorial e global, agravando fortemente outras crises inter-relacionadas como a climática, alimentar, económica e migratória, e provocando grandes sofrimentos e incómodos. Penso, em primeiro lugar, naqueles que perderam um familiar ou uma pessoa querida, mas também em quem ficou sem trabalho. Lembro de modo especial os médicos, enfermeiras e enfermeiros, farmacêuticos, investigadores, voluntários, capelães e funcionários dos hospitais e centros de saúde, que se prodigalizaram – e continuam a fazê-lo – com grande fadiga e sacrifício, a ponto de alguns deles morrerem quando procuravam estar perto dos doentes a fim de aliviar os seus sofrimentos ou salvar-lhes a vida. Ao mesmo tempo que presto homenagem a estas pessoas, renovo o apelo aos responsáveis políticos e ao sector privado para que tomem as medidas adequadas a garantir o acesso às vacinas contra a Covid-19 e às tecnologias essenciais necessárias para dar assistência aos doentes e a todos aqueles que são mais pobres e mais frágeis. É doloroso constatar que, ao lado de numerosos testemunhos de caridade e solidariedade, infelizmente ganham novo impulso várias formas de nacionalismo, racismo, xenofobia e também guerras e conflitos que semeiam morte e destruição. Estes e outros acontecimentos, que marcaram o caminho da humanidade no ano de 2020, ensinam-nos a importância de cuidarmos uns dos outros e da criação a fim de se construir uma sociedade alicerçada em relações de fraternidade. Por isso, escolhi como tema desta mensagem «a cultura do cuidado como percurso de paz»; a cultura do cuidado* para erradicar a cultura da indiferença, do descarte e do conflito, que hoje muitas vezes parece prevalecer. 2. Deus Criador, origem da vocação humana ao cuidado Em muitas tradições religiosas, existem narrativas que se referem à origem do homem, à sua relação com o Criador, com a natureza e com os seus semelhantes. Na Bíblia, o livro do Génesis revela, desde o início, a importância do cuidado ou da custódia no projeto de Deus para a humanidade, destacando a relação entre o homem (’adam) e a terra (’adamah) e entre os irmãos. Na narração bíblica da criação, Deus confia o jardim «plantado no Éden» (cf. Gn 2, 8) às mãos de Adão com o encargo de «o cultivar e guardar» (Gn 2, 15). Isto significa, por um lado, tornar a terra produtiva e, por outro, protegê-la e fazê-la manter a sua capacidade de sustentar a vida. Os verbos «cultivar» e «guardar» descrevem a relação de Adão com a sua casa-jardim e indicam também a confiança que Deus deposita nele fazendo-o senhor e guardião de toda a criação. O nascimento de Caim e Abel gera uma história de irmãos, cuja relação em termos de tutela ou custódia será vivida negativamente por Caim. Depois de ter assassinado o seu irmão Abel, a Deus que lhe pergunta por ele, Caim responde: «Sou, porventura, guarda do meu irmão?» (Gn 4, 9). Com certeza! Caim é o «guarda» de seu irmão. «Nestas narrações tão antigas, ricas de profundo simbolismo, já estava contida a convicção atual de que tudo está inter-relacionado e o cuidado autêntico da nossa própria vida e das nossas relações com a natureza é inseparável da fraternidade, da justiça e da fidelidade aos outros». 3. Deus Criador, modelo do cuidado A Sagrada Escritura apresenta Deus, além de Criador, como Aquele que cuida das suas criaturas, em particular de Adão, Eva e seus filhos. O próprio Caim, embora caia sobre ele a maldição por causa do crime que cometera, recebe como dom do Criador um sinal de proteção, para que a sua vida seja salvaguardada (cf. Gn 4, 15). Este facto, ao mesmo tempo que confirma a dignidade inviolável da pessoa, criada à imagem e semelhança de Deus, manifesta também o plano divino para preservar a harmonia da criação, porque «a paz e a violência não podem habitar na mesma morada». É precisamente o cuidado da criação que está na base da instituição do Shabbat que, além de regular o culto divino, visava restabelecer a ordem social e a solicitude pelos pobres (Gn 2, 1-3; Lv 25, 4). A celebração do Jubileu, quando se completava o sétimo ano sabático, consentia uma trégua à terra, aos escravos e aos endividados. Neste ano de graça, cuidava-se dos mais vulneráveis, oferecendo-lhes uma nova perspetiva de vida, para que não houvesse qualquer necessitado entre o povo (cf. Dt 15, 4). Digna de nota é também a tradição profética, onde o auge da compreensão bíblica da justiça se manifesta na forma como uma comunidade trata os mais frágeis no seu seio. É por isso que particularmente Amós (2, 6-8; 8) e Isaías (58) erguem continuamente a voz em prol de justiça para os pobres, que, pela sua vulnerabilidade e falta de poder, são ouvidos só por Deus, que cuida deles (cf. Sal 34, 7; 113, 7-8). 4. O cuidado no ministério de Jesus A vida e o ministério de Jesus encarnam o ápice da revelação do amor do Pai pela humanidade (Jo 3,16). Na sinagoga de Nazaré, Jesus manifestou-Se como Aquele que o Senhor consagrou e enviou a «anunciar a Boa-Nova aos pobres», «a proclamar a libertação aos cativos e, aos cegos, a recuperação da vista; a mandar em liberdade os oprimidos» (Lc 4, 18). Estas ações messiânicas, típicas dos jubileus, constituem o testemunho mais eloquente da missão que o Pai Lhe confiou. Na sua compaixão, Cristo aproxima-Se dos doentes no corpo e no espírito e cura-os; perdoa os pecadores e dá-lhes uma nova vida. Jesus é o Bom Pastor que cuida das ovelhas (cf. Jo 10, 11-18; Ez 34, 1-31); é o Bom Samaritano que Se inclina sobre o ferido, trata das suas feridas e cuida dele (cf. Lc 10, 30-37). No ponto culminante da sua missão, Jesus sela o seu cuidado por nós, oferecendo-Se na cruz e libertando-nos assim da escravidão do pecado e da morte. Deste modo, com o dom da sua vida e o seu sacrifício, abriu-nos o caminho do amor e disse a cada um: «Segue-Me! Faz tu também o mesmo» (cf. Lc 10, 37). 5. A cultura do cuidado, na vida dos seguidores de Jesus As obras de misericórdia espiritual e corporal constituem o núcleo do serviço de caridade da Igreja primitiva. Os cristãos da primeira geração praticavam a partilha para não haver entre eles alguém necessitado (cf. At 4, 34-35) e esforçavam-se por tornar a comunidade uma casa acolhedora, aberta a todas as situações humanas, disposta a ocupar-se dos mais frágeis. Assim, tornou-se habitual fazer ofertas voluntárias para alimentar os pobres, enterrar os mortos e nutrir os órfãos, os idosos e as vítimas de desastres, como os náufragos. E em períodos sucessivos, quando a generosidade dos cristãos perdeu um pouco do seu ímpeto, alguns Padres da Igreja insistiram que a propriedade é pensada por Deus para o bem comum. Santo Ambrósio afirmava que «a natureza concedeu todas as coisas aos homens para uso comum. (…) Portanto, a natureza produziu um direito comum para todos, mas a ganância tornou-o um direito de poucos». Superadas as perseguições dos primeiros séculos, a Igreja aproveitou a liberdade para inspirar a sociedade e a sua cultura. «As necessidades da época exigiam novas energias ao serviço da caridade cristã. As crónicas históricas relatam inúmeros exemplos de obras de misericórdia. De tais esforços conjuntos, resultaram numerosas instituições para alívio das várias necessidades humanas: hospitais, albergues para os pobres, orfanatos, lares para crianças, abrigos para forasteiros, e assim por diante». 6. Os princípios da doutrina social da Igreja como base da cultura do cuidado A diakonia das origens, enriquecida pela reflexão dos Padres e animada, ao longo dos séculos, pela caridade operosa de tantas luminosas testemunhas da fé, tornou-se o coração pulsante da doutrina social da Igreja, proporcionando a todas as pessoas de boa vontade um precioso património de princípios, critérios e indicações, donde se pode haurir a «gramática» do cuidado: a promoção da dignidade de toda a pessoa humana, a solidariedade com os pobres e indefesos, a solicitude pelo bem comum e a salvaguarda da criação. * O cuidado como promoção da dignidade e dos direitos da pessoa «O conceito de pessoa, que surgiu e amadureceu no cristianismo, ajuda a promover um desenvolvimento plenamente humano. Porque a pessoa exige sempre a relação e não o individualismo, afirma a inclusão e não a exclusão, a dignidade singular, inviolável e não a exploração».[8] Toda a pessoa humana é fim em si mesma, e nunca um mero instrumento a ser avaliado apenas pela sua utilidade: foi criada para viver em conjunto na família, na comunidade, na sociedade, onde todos os membros são iguais em dignidade. E desta dignidade derivam os direitos humanos, bem como os deveres, que recordam, por exemplo, a responsabilidade de acolher e socorrer os pobres, os doentes, os marginalizados, o nosso «próximo, vizinho ou distante no espaço e no tempo». * O cuidado do bem comum Cada aspeto da vida social, política e económica encontra a sua realização, quando se coloca ao serviço do bem comum, isto é, do «conjunto das condições da vida social que permitem, tanto aos grupos como a cada membro, alcançar mais plena e facilmente a própria perfeição». Por conseguinte os nossos projetos e esforços devem ter sempre em conta os efeitos sobre a família humana inteira, ponderando as suas consequências para o momento presente e para as gerações futuras. Quão verdadeiro e atual seja tudo isto, no-lo mostra a pandemia Covid-19, perante a qual «nos demos conta de estar no mesmo barco, todos frágeis e desorientados, mas ao mesmo tempo importantes e necessários, todos chamados a remar juntos», porque «ninguém se salva sozinho» e nenhum Estado nacional isolado pode assegurar o bem comum da própria população. * O cuidado através da solidariedade A solidariedade exprime o amor pelo outro de maneira concreta, não como um sentimento vago, mas como «a determinação firme e perseverante de se empenhar pelo bem comum, ou seja, pelo bem de todos e de cada um, porque todos nós somos verdadeiramente responsáveis por todos». A solidariedade ajuda-nos a ver o outro – quer como pessoa quer, em sentido lato, como povo ou nação – não como um dado estatístico, nem como meio a usar e depois descartar quando já não for útil, mas como nosso próximo, companheiro de viagem, chamado a participar, como nós, no banquete da vida, para o qual todos somos igualmente convidados por Deus. * O cuidado e a salvaguarda da criação A encíclica Laudato si’ reconhece plenamente a interconexão de toda a realidade criada, destacando a exigência de ouvir ao mesmo tempo o grito dos necessitados e o da criação. Desta escuta atenta e constante pode nascer um cuidado eficaz da terra, nossa casa comum, e dos pobres. A propósito, desejo reiterar que «não pode ser autêntico um sentimento de união íntima com os outros seres da natureza, se ao mesmo tempo não houver no coração ternura, compaixão e preocupação pelos seres humanos». Na verdade «paz, justiça e salvaguarda da criação são três questões completamente ligadas, que não se poderão separar para ser tratadas individualmente, sob pena de cair novamente no reducionismo». 7. A bússola para um rumo comum Assim, num tempo dominado pela cultura do descarte e perante o agravamento das desigualdades dentro das nações e entre elas, gostaria de convidar os responsáveis das Organizações internacionais e dos Governos, dos mundos económico e científico, da comunicação social e das instituições educativas a pegarem nesta «bússola» dos princípios acima lembrados para dar um rumo comum ao processo de globalização, «um rumo verdadeiramente humano». Na verdade, este permitiria estimar o valor e a dignidade de cada pessoa, agir conjunta e solidariamente em prol do bem comum, aliviando quantos padecem por causa da pobreza, da doença, da escravidão, da discriminação e dos conflitos. Através desta bússola, encorajo todos a tornarem-se profetas e testemunhas da cultura do cuidado, a fim de preencher tantas desigualdades sociais. E isto só será possível com um forte e generalizado protagonismo das mulheres na família e em todas as esferas sociais, políticas e institucionais. A bússola dos princípios sociais, necessária para promover a cultura do cuidado, vale também para as relações entre as nações, que deveriam ser inspiradas pela fraternidade, o respeito mútuo, a solidariedade e a observância do direito internacional. A este respeito, hão de ser reafirmadas a proteção e a promoção dos direitos humanos fundamentais, que são inalienáveis, universais e indivisíveis. Deve ser recordado também o respeito pelo direito humanitário, sobretudo nesta fase em que se sucedem, sem interrupção, conflitos e guerras. Infelizmente, muitas regiões e comunidades já não se recordam dos tempos em que viviam em paz e segurança. Numerosas cidades tornaram-se um epicentro da insegurança: os seus habitantes fatigam a manter os seus ritmos normais, porque são atacados e bombardeados indiscriminadamente por explosivos, artilharia e armas ligeiras. As crianças não podem estudar. Homens e mulheres não podem trabalhar para sustentar as famílias. A carestia lança raízes em lugares onde antes era desconhecida. As pessoas são obrigadas a fugir, deixando para trás não só as suas casas, mas também a sua história familiar e as raízes culturais. As causas de conflitos são muitas, mas o resultado é sempre o mesmo: destruição e crise humanitária. Temos de parar e interrogar-nos: O que foi que levou a sentir o conflito como algo normal no mundo? E, sobretudo, como converter o nosso coração e mudar a nossa mentalidade para procurar verdadeiramente a paz na solidariedade e na fraternidade? Quanta dispersão de recursos para armas, em particular para as armas nucleares, recursos que poderiam ser utilizados para prioridades mais significativas a fim de garantir a segurança das pessoas, como a promoção da paz e do desenvolvimento humano integral, o combate à pobreza, o remédio das carências sanitárias! Aliás, também isto é evidenciado por problemas globais, como a atual pandemia Covid-19 e as mudanças climáticas. Como seria corajosa a decisão de criar «um “Fundo mundial” com o dinheiro que se gasta em armas e outras despesas militares, para poder eliminar a fome e contribuir para o desenvolvimento dos países mais pobres»! 8. Para educar em ordem à cultura do cuidado A promoção da cultura do cuidado requer um processo educativo, e a bússola dos princípios sociais constitui, para o efeito, um instrumento fiável para vários contextos relacionados entre si. A propósito, gostaria de fornecer alguns exemplos: A educação para o cuidado nasce na família, núcleo natural e fundamental da sociedade, onde se aprende a viver em relação e no respeito mútuo. Mas a família precisa de ser colocada em condições de poder cumprir esta tarefa vital e indispensável. Sempre em colaboração com a família, temos outros sujeitos encarregados da educação como a escola e a universidade e analogamente, em certos aspetos, os sujeitos da comunicação social. São chamados a transmitir um sistema de valores fundado no reconhecimento da dignidade de cada pessoa, de cada comunidade linguística, étnica e religiosa, de cada povo e dos direitos fundamentais que dela derivam. A educação constitui um dos pilares de sociedades mais justas e solidárias. As religiões em geral, e os líderes religiosos em particular, podem desempenhar um papel insubstituível na transmissão aos fiéis e à sociedade dos valores da solidariedade, do respeito pelas diferenças, do acolhimento e do cuidado dos irmãos mais frágeis. Recordo, a propósito, as palavras que o Papa Paulo VI proferiu no Parlamento do Uganda em 1969: «Não temais a Igreja; esta honra-vos, educa-vos cidadãos honestos e leais, não fomenta rivalidades nem divisões, procura promover a liberdade sadia, a justiça social, a paz; se tem alguma preferência é pelos pobres, a educação dos pequeninos e do povo, o cuidado dos atribulados e desvalidos». A todas as pessoas empenhadas no serviço das populações, nas organizações internacionais, governamentais e não governamentais, com uma missão educativa, e a quantos trabalham, pelos mais variados títulos, no campo da educação e da pesquisa, renovo o meu encorajamento para que se possa chegar à meta duma educação «mais aberta e inclusiva, capaz de escuta paciente, diálogo construtivo e mútua compreensão». Espero que este convite, dirigido no contexto do Pacto Educativo Global, encontre ampla e variegada adesão. 9. Não há paz sem a cultura do cuidado A cultura do cuidado, enquanto compromisso comum, solidário e participativo para proteger e promover a dignidade e o bem de todos, enquanto disposição a interessar-se, a prestar atenção, disposição à compaixão, à reconciliação e à cura, ao respeito mútuo e ao acolhimento recíproco, constitui uma via privilegiada para a construção da paz. «Em muitas partes do mundo, fazem falta percursos de paz que levem a cicatrizar as feridas, há necessidade de artesãos de paz prontos a gerar, com criatividade e ousadia, processos de cura e de um novo encontro». Neste tempo, em que a barca da humanidade, sacudida pela tempestade da crise, avança com dificuldade à procura dum horizonte mais calmo e sereno, o leme da dignidade da pessoa humana e a «bússola» dos princípios sociais fundamentais podem consentir-nos de navegar com um rumo seguro e comum. Como cristãos, mantemos o olhar fixo na Virgem Maria, Estrela do Mar e Mãe da Esperança. Colaboremos, todos juntos, a fim de avançar para um novo horizonte de amor e paz, de fraternidade e solidariedade, de apoio mútuo e acolhimento recíproco. Não cedamos à tentação de nos desinteressarmos dos outros, especialmente dos mais frágeis, não nos habituemos a desviar o olhar, mas empenhemo-nos cada dia concretamente por «formar uma comunidade feita de irmãos que se acolhem mutuamente e cuidam uns dos outros». Vaticano, 8 de dezembro de 2020. Franciscus
  11. XLVII Encontro Nacional

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    Boa tarde!! Sabem-me dizer qual é a aplicação do zoom que vai ser usada amanhã para eu instalar no tablet? Obigada
  12. Podem sacar aqui o ficheiro de referência para gravação: #aoencontro - referência para gravação.m4a
  13. XLVII Encontro Nacional

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    Ok Obrigada pela informação!! 😀😀
  14. XLVII Encontro Nacional

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    Olá Ana, sim acede-se exactamente da mesma forma!
  15. XLVII Encontro Nacional

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    Uma dúvida: O youtube premiere é o youtube normal?
  16. Sou eu, és tu... somos nós... é Cristo... é o Amor! #aoencontro! Ver artigo completo
  17. E a pandemia abateu-se sobre todos nós, tapando rostos, confinando-nos às nossas casas. Afastou-nos fisicamente... deixámos de ter contacto, de dar abraços. Distanciou-nos. Mas diz são Paulo: "eu tenho a certeza de que nada pode nos separar do amor de Deus (...) Em todo o Universo não há nada que possa separar-nos do amor de Deus (...) (RM 8:38)". E portanto, vamos #aoencontro! De Maria, de Jesus, do amor do Pai e de todos aqueles que partilham este ideal de amor! Sou eu, és tu... somos nós... é Cristo... é o Amor! #aoencontro! Inscreve-te aqui (é mesmo necessário!!): https://tinyurl.com/ENCF2020 Conhece o programa aqui: E aproveita no entretanto para ouvir o Hino:
  18. XLVII Encontro Nacional

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    Tema: #aoencontro O Convívio Fraterno é ir ao “Encontro”; connosco, com os outros e com Deus! INSCREVE-TE - obrigatório e até ao dia 23 de Agosto, preenche o formulário. O cartaz também tem Código QR para te inscreveres... ou ... Formulário de inscrição: https://tinyurl.com/ENCF2020 Programa da Peregrinação; Acolhimento, às 10h30 na plataforma Zoom. Celebração Mariana, às 12h00 na plataforma Youtube premiere. Almoço Workshops (partilha entre convivas) às 15h00 na plataforma Zoom. Eucaristia presencial em cada uma das dioceses às 19h00 (Local a indicar brevemente para a nossa diocese do Porto) Jantar Sarau às 21h30 na plataforma Youtube Premiere. O ENCF2020 deseja que este #aoencontro dos convivas seja um momento de fé, de alegria e de esperança! Sê Conviva da Paz e do Amor!
  19. Artista(s): Fabíola Mourinho
    P´ra partires #aoteuencontro Não precisas caminhar Basta abrires o coração e mergulhar P´ra partires #aomeuencontro não precisas dar-me a mão Só tens de unir O teu ao meu coração E iremos juntos #aoencontrodoAmor Com Maria, ao encontro do Senhor De Bragança unimos nossa voz Ser conviva é construir o amor É ir ao encontro do Senhor Na certeza de não caminharmos sós! (serão colocadas aqui as letras de todas as Dioceses) (Fabíola Mourinho CF833)
  20. 1) Qual o formato do hino? Mais que uma versão em áudio, como nos anos anteriores, faremos uma versão em vídeo, reunindo as contribuições de todas as dioceses. O Hino já foi disponibilizado via email anterior (mas segue também novamente em anexo neste email letra e áudio para aprendizagem). O Hino é constituído por um refrão e um conjunto de estrofes, cada uma delas da responsabilidade de cada diocese. 2) Como é que cada diocese pode participar? É muito simples: a) Criar a letra da sua estrofe (uma quadra com versos de 10 sílabas e métrica própria). (dica: explorem as várias dimensões do #aoencontro.., referenciem o nome da vossa diocese também!) b) Gravar um vídeo com o refrão e a sua estrofe a serem cantados. O vídeo deve ser gravado na horizontal, e deve ser estar sincronizado com base no instrumental que será enviada de seguida (dica1: usem a t-shirt da vossa diocese no vídeo... o resto fica à vossa criatividade! dica2: usem um telemóvel escondido e auscultadores para ouvirem o instrumental quando estiverem a gravar, assim têm a certeza que o vídeo fica sincronizado com o instrumental enviado) c) (Opcional) Para as dioceses que assim o desejarem, poderão enviar uma gravação áudio apenas instrumental, para juntarmos também ao instrumental-base nas vossas estrofes. Este áudio deve estar sincronizado com o vídeo indicado em 2b e com o instrumental que será enviado de seguida) d) Enviar letra, vídeo (e áudio) para fabimourinho@gmail.com 3) Quais as datas a considerar? Até 15 de Agosto - Envio do Hino e letra para aprendizagem - Concluído (Diocese de Bragança) Até 16 de Agosto - Envio do áudio instrumental do Hino para servir de base às gravações de vídeo e áudio das várias dioceses - (Diocese de Bragança) Até 27 de Agosto* - Envio das participações do Hino por parte de cada Diocese (Todas as Dioceses) Até 30 de Agosto - Montagem do vídeo final - (Diocese de Bragança) * - Esta data dá mais tempo, uma vez que em tempo de férias há maior dificuldade de organização, é necessário aprender o Hino, gravar, etc Dúvidas? Por favor postem aqui!
  21. FATIMA CF

  22. 1401

    Realizou-se nos dias 22, 23 e 24 de Fevereiro mais um convívio fraterno algarvio. Este encontro contou com a presença de 13 paróquias dos diversos pontos do algarve, e teve a participação de 13 rapazes e 15 raparigas. Foi um encontro profundamente marcado pela transformação de vida dos jovens que nele participaram. Deus atua de muitas maneiras e de muitos modos e através da partilha de vida daqueles que um dia já experimentaram o seu amor foi possível dar a conhecer o rosto de Jesus.
  23. Diocese do Algarve

    No início dos anos oitenta apareceram os Convívios Fraternos na Diocese do Algarve, pela mão do Pe. Luís Gonzaga.
  24. Os Convivas do Algarve quiseram deixar-te uma mensagem de Pascoa online! Ver artigo completo
  1. Ver mais actividade