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  4. Carta apostolica “VOS ESTIS LUX MUNDI”

    «Vós sois a luz do mundo; não se pode esconder uma cidade situada sobre um monte» (Mt 5, 14). Nosso Senhor Jesus Cristo chama cada fiel a ser exemplo luminoso de virtude, integridade e santidade. Com efeito, todos nós somos chamados a dar testemunho concreto da fé em Cristo na nossa vida e, de modo particular, na nossa relação com o próximo. Os crimes de abuso sexual ofendem Nosso Senhor, causam danos físicos, psicológicos e espirituais às vítimas e lesam a comunidade dos fiéis. Para que tais fenómenos, em todas as suas formas, não aconteçam mais, é necessária uma conversão contínua e profunda dos corações, atestada por ações concretas e eficazes que envolvam a todos na Igreja, de modo que a santidade pessoal e o empenho moral possam concorrer para fomentar a plena credibilidade do anúncio evangélico e a eficácia da missão da Igreja. Isto só se torna possível com a graça do Espírito Santo derramado nos corações, porque sempre nos devemos lembrar das palavras de Jesus: «Sem Mim, nada podeis fazer» (Jo 15, 5). Embora já muito se tenha feito, devemos continuar a aprender das lições amargas do passado a fim de olhar com esperança para o futuro. Esta responsabilidade recai, em primeiro lugar, sobre os sucessores dos Apóstolos, colocados por Deus no governo pastoral do seu povo, e exige deles o empenho de seguir de perto os passos do Divino Mestre. Na realidade, em virtude do seu ministério, eles regem «as Igrejas particulares que lhes foram confiadas como vigários e legados de Cristo, por meio de conselhos, persuasões, exemplos, mas também com autoridade e poder sagrado, que exercem unicamente para edificar o próprio rebanho na verdade e na santidade, lembrados de que aquele que é maior se deve fazer como o menor, e o que preside como aquele que serve» (Conc. Ecum. Vat. II, Const. Lumen gentium, 27). E aquilo que de forma mais impelente diz respeito aos sucessores dos Apóstolos concerne a todos aqueles que, de diferentes maneiras, assumem ministérios na Igreja, professam os conselhos evangélicos ou são chamados a servir o povo cristão. Por isso, é bom que se adotem, a nível universal, procedimentos tendentes a prevenir e contrastar estes crimes que atraiçoam a confiança dos fiéis. Desejo que este compromisso se implemente de forma plenamente eclesial e, por conseguinte, seja expressão da comunhão que nos mantém unidos, na escuta mútua e aberta às contribuições de todos aqueles que têm a peito este processo de conversão. Por isso estabeleço: TÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 1 – Âmbito de aplicação § 1. Estas normas aplicam-se em caso de assinalações relativas a clérigos ou a membros de Institutos de Vida Consagrada ou de Sociedades de Vida Apostólica e concernentes a: a) delitos contra o sexto mandamento do Decálogo que consistam: I. em forçar alguém, com violência, ameaça ou abuso de autoridade, a realizar ou sofrer atos sexuais; II. em realizar atos sexuais com um menor ou com uma pessoa vulnerável; III. na produção, exibição, posse ou distribuição, inclusive por via telemática, de material pornográfico infantil, bem como no recrutamento ou indução dum menor ou duma pessoa vulnerável a participar em exibições pornográficas; b) em condutas realizadas pelos sujeitos a que se refere o artigo 6, consistindo em ações ou omissões tendentes a interferir ou contornar as investigações civis ou as investigações canónicas, administrativas ou criminais, contra um clérigo ou um religioso relativas aos delitos a que se refere a alínea a) deste parágrafo. § 2. Para efeitos destas normas, entende-se por: a) «menor»: toda a pessoa que tiver idade inferior a dezoito anos, ou a ela equiparada por lei; b) «pessoa vulnerável»: toda a pessoa em estado de enfermidade, deficiência física ou psíquica, ou de privação da liberdade pessoal que de facto, mesmo ocasionalmente, limite a sua capacidade de entender ou querer ou, em todo o caso, de resistir à ofensa; c) «material pornográfico infantil»: qualquer representação dum menor, independentemente do meio utilizado, envolvido em atividades sexuais explícitas, reais ou simuladas, e qualquer representação de órgãos sexuais de menores para fins predominantemente sexuais. Art. 2 - Receção das assinalações e proteção dos dados § 1. Tendo em conta as indicações eventualmente adotadas pelas respetivas Conferências Episcopais, pelos Sínodos dos Bispos das Igrejas Patriarcais e das Igrejas Arquiepiscopais Maiores, ou pelos Conselhos dos Hierarcas das Igrejas Metropolitanas sui iuris, as Dioceses ou as Eparquias, individualmente ou em conjunto, devem estabelecer, dentro de um ano a partir da entrada em vigor destas normas, um ou mais sistemas estáveis e facilmente acessíveis ao público para apresentar as assinalações, inclusive através da instituição duma peculiar repartição eclesiástica. As Dioceses e as Eparquias informam o Representante Pontifício que foram instituídos os sistemas referidos neste parágrafo. § 2. As informações a que se refere este artigo são tuteladas e tratadas de forma a garantir a sua segurança, integridade e confidencialidade nos termos dos cânones 471-2° CIC e 244-§ 2, 2° CCEO. § 3. Ressalvado o disposto no artigo 3-§ 3, o Ordinário que recebeu a assinalação transmite-a sem demora ao Ordinário do lugar onde teriam ocorrido os factos, bem como ao Ordinário próprio da pessoa indicada, os quais procedem de acordo com o direito segundo o previsto para o caso específico. § 4. Para efeitos deste título, são equiparadas às Dioceses as Eparquias, e ao Ordinário é equiparado o Hierarca. Art. 3 – Assinalação § 1. Exceto nos casos previstos nos cânones 1548-§ 2 CIC e 1229-§ 2 CCEO, sempre que um clérigo ou um membro dum Instituto de Vida Consagrada ou duma Sociedade de Vida Apostólica saiba ou tenha fundados motivos para supor que foi praticado um dos factos a que se refere o artigo 1, tem a obrigação de assinalar prontamente o facto ao Ordinário do lugar onde teriam ocorrido os factos ou a outro Ordinário dentre os referidos nos cânones 134 CIC e 984 CCEO, ressalvado o estabelecido no § 3 deste artigo. § 2. Qualquer pessoa pode apresentar uma assinalação respeitante às condutas a que se refere o artigo 1, servindo-se das modalidades referidas no artigo anterior ou de qualquer outro modo apropriado. § 3. Quando a assinalação diz respeito a uma das pessoas indicadas no artigo 6, a mesma é encaminhada para a autoridade individuada com base nos artigos 8 e 9. A assinalação pode sempre ser dirigida à Santa Sé, diretamente ou através do Representante Pontifício. § 4. A assinalação contém os elementos o mais possível detalhados, tais como indicações de tempo e local dos factos, das pessoas envolvidas ou informadas, bem como qualquer outra circunstância que possa ser útil para assegurar uma cuidadosa avaliação dos factos. § 5. As informações podem também ser adquiridas ex officio. Art. 4 – Tutela de quem faz a assinalação § 1. O facto de fazer uma assinalação, como estabelece o artigo 3, não constitui uma violação do sigilo profissional. § 2. Ressalvado quanto previsto no cânone 1390 CIC e nos cânones 1452 e 1454 CCEO, são proibidos e podem abranger a conduta referida no artigo 1-§ 1, alínea b), danos, retaliações ou discriminações pelo facto de ter feito uma assinalação. § 3. A quem faz uma assinalação, não pode ser imposto qualquer ónus de silêncio a respeito do conteúdo da mesma. Art. 5 – Cuidados prestados às pessoas § 1. As autoridades eclesiásticas empenham-se para que sejam tratados com dignidade e respeito quantos afirmam que foram ofendidos, juntamente com as suas famílias, e proporcionam-lhes em particular: a) acolhimento, escuta e acompanhamento, inclusive através de serviços específicos; b) assistência espiritual; c) assistência médica, terapêutica e psicológica de acordo com o caso específico. § 2. São tuteladas a imagem e a esfera privada das pessoas envolvidas, bem como a confidencialidade dos dados pessoais. TÍTULO II DISPOSIÇÕES RELATIVAS AOS BISPOS E EQUIPARADOS Art. 6 – Âmbito subjetivo de aplicação As normas processuais a que alude este título dizem respeito às condutas referidas no artigo 1 implementadas por: a) Cardeais, Patriarcas, Bispos e Legados do Romano Pontífice; b) clérigos que se ocupam ou ocuparam do governo pastoral duma Igreja particular ou duma entidade a ela assimilada, latina ou oriental, incluindo os Ordinariatos pessoais, pelos factos praticados durante munere; c) clérigos que se ocupam ou ocuparam do governo pastoral duma Prelatura pessoal, pelos factos praticados durante munere; d) aqueles que são ou foram Moderadores supremos de Institutos de Vida Consagrada ou de Sociedades de Vida Apostólica de direito pontifício, bem como de Mosteiros sui iuris, pelos factos praticados durante munere. Art. 7 – Dicastério competente § 1. Para efeitos deste título, entende-se por «Dicastério competente» a Congregação para a Doutrina da Fé, para os delitos a ela reservados pelas normas em vigor, bem como, em todos os outros casos, naquilo que é da respetiva competência estabelecida na lei própria da Cúria Romana: - a Congregação para as Igrejas Orientais; - a Congregação para os Bispos; - a Congregação para a Evangelização dos Povos; - a Congregação para o Clero; - a Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica. § 2. A fim de se assegurar a melhor coordenação, o Dicastério competente informa a Secretaria de Estado e os outros Dicastérios diretamente interessados acerca da assinalação e do resultado da investigação. § 3. As comunicações previstas neste título entre o Metropolita e a Santa Sé realizam-se através do Representante Pontifício. Art. 8 – Procedimento aplicável em caso de assinalação relativa a um Bispo da Igreja Latina § 1. A autoridade que recebe uma assinalação transmite-a quer à Santa Sé quer ao Metropolita da Província Eclesiástica onde tem domicílio a pessoa indicada. § 2. No caso da assinalação se referir ao Metropolita ou estiver vacante a Sé Metropolitana, aquela será transmitida à Santa Sé, bem como ao Bispo sufragâneo mais antigo por promoção, a quem, neste caso, se aplicam as sucessivas disposições relativas ao Metropolita. § 3. No caso da assinalação se referir a um Legado Pontifício, a mesma é transmitida diretamente à Secretaria de Estado. Art. 9 - Procedimento aplicável a Bispos das Igrejas Orientais § 1. No caso de assinalações contra um Bispo duma Igreja Patriarcal, Arquiepiscopal Maior ou Metropolitana sui iuris, a mesma é transmitida ao respetivo Patriarca, Arcebispo Maior ou Metropolita da Igreja sui iuris. § 2. Se a assinalação se referir a um Metropolita duma Igreja Patriarcal ou Arquiepiscopal Maior, que exerce o seu cargo dentro do território destas Igrejas, aquela é transmitida ao respetivo Patriarca ou Arcebispo Maior. § 3. Nos casos anteriores, a autoridade que recebeu a assinalação transmite-a também à Santa Sé. § 4. Se a pessoa assinalada for um Bispo ou um Metropolita fora do território da Igreja Patriarcal, Arquiepiscopal Maior ou Metropolitana sui iuris, a assinalação é transmitida à Santa Sé. § 5. No caso da assinalação se referir a um Patriarca, um Arcebispo Maior, um Metropolita duma Igreja sui iuris ou um Bispo das outras Igrejas Orientais sui iuris, aquela é transmitida à Santa Sé. § 6. As sucessivas disposições relativas ao Metropolita aplicam-se à autoridade eclesiástica a quem é transmitida a assinalação nos termos deste artigo. Art. 10 – Deveres iniciais do Metropolita § 1. A não ser que a assinalação se revele claramente infundada, o Metropolita solicita prontamente ao Dicastério competente o encargo para iniciar a investigação. Se o Metropolita considerar a assinalação claramente infundada, informa disso mesmo o Representante Pontifício. § 2. O Dicastério provê sem demora, e em todo o caso dentro de trinta dias a contar da receção da primeira assinalação pelo Representante Pontifício ou da solicitação do encargo por parte do Metropolita, fornecendo as instruções adequadas sobre como proceder no caso concreto. Art. 11 – Entrega da investigação a pessoa diferente do Metropolita § 1. Se o Dicastério competente considerar oportuno confiar a investigação a uma pessoa diferente do Metropolita, este será informado. O Metropolita entrega todas as informações e os documentos relevantes à pessoa encarregada pelo Dicastério. § 2. No caso referido no parágrafo anterior, as sucessivas disposições relativas ao Metropolita aplicam-se à pessoa encarregada de conduzir a investigação. Art. 12 – Realização da investigação § 1. O Metropolita, uma vez obtido o encargo do Dicastério competente e no respeito das instruções recebidas, pessoalmente ou através de uma ou mais pessoas idóneas: a) recolhe as informações relevantes a propósito dos factos; b) toma conhecimento das informações e documentos necessários para a investigação guardados nos arquivos dos departamentos eclesiásticos; c) obtém, quando necessária, a colaboração doutros Ordinários ou Hierarcas; d) solicita informações aos indivíduos e às instituições, mesmo civis, que forem capazes de fornecer elementos úteis para a investigação. § 2. Se for necessário ouvir um menor ou uma pessoa vulnerável, o Metropolita adota modalidades adequadas, que tenham em conta o seu estado. § 3. No caso de haver fundados motivos para considerar que informações ou documentos relativos à investigação possam ser subtraídos ou destruídos, o Metropolita adota as medidas necessárias para a sua preservação. § 4. Mesmo quando se serve doutras pessoas, o Metropolita permanece, em todo o caso, responsável pela direção e a realização das investigações, bem como pela execução precisa das instruções previstas no artigo 10-§ 2. § 5. O Metropolita é assistido por um notário, escolhido livremente de acordo com os cânones 483-§ 2 CIC e 253-§ 2 CCEO. § 6. O Metropolita é obrigado a agir de forma imparcial e livre de conflito de interesses. Se considerar que se encontra em conflito de interesses ou não é capaz de manter a imparcialidade necessária para garantir a integridade da investigação, é obrigado a abster-se e referir a circunstância ao Dicastério competente. § 7. À pessoa sob investigação é reconhecida a presunção de inocência. § 8. O Metropolita, se solicitado pelo Dicastério competente, informa a pessoa da investigação contra ela, ouve-a sobre os factos e convida-a a apresentar um memorial de defesa. Em tais casos, a pessoa investigada pode servir-se dum procurador. § 9. De trinta em trinta dias, o Metropolita transmite ao Dicastério competente um relatório informativo sobre o estado das investigações. Art. 13 – Intervenção de pessoas qualificadas § 1. De acordo com eventuais diretrizes da Conferência Episcopal, do Sínodo dos Bispos ou do Conselho dos Hierarcas sobre o modo como ajudar o Metropolita nas investigações, os Bispos da respetiva Província, individualmente ou em conjunto, podem elaborar listas de pessoas qualificadas, dentre as quais o Metropolita pode escolher as mais idóneas para o assistir na investigação, conforme as necessidades do caso e, em particular, tendo em conta a cooperação que pode ser oferecida pelos leigos nos termos dos cânones 228 CIC e 408 CCEO. § 2. Em todo o caso, o Metropolita é livre para escolher outras pessoas igualmente qualificadas. § 3. Quem quer que assista o Metropolita na investigação é obrigado a agir de forma imparcial e livre de conflito de interesses. Se considerar que se encontra em conflito de interesses ou não é capaz de manter a imparcialidade necessária para garantir a integridade da investigação, é obrigado a abster-se e referir a circunstância ao Metropolita. § 4. As pessoas que assistem o Metropolita prestam juramento de cumprir digna e fielmente o encargo. Art. 14 – Duração da investigação § 1. As investigações devem ser concluídas no prazo de noventa dias ou no tempo indicado pelas instruções previstas no artigo 10-§ 2. § 2. Por justos motivos, o Metropolita pode pedir a extensão do prazo ao Dicastério competente. Art. 15 - Medidas cautelares Se os factos ou as circunstâncias o exigirem, o Metropolita propõe ao Dicastério competente a adoção de disposições ou de medidas cautelares apropriadas contra o investigado. Art. 16 – Instituição dum Fundo § 1. As Províncias Eclesiásticas, as Conferências Episcopais, os Sínodos dos Bispos e os Conselhos dos Hierarcas podem estabelecer um Fundo destinado a sustentar as despesas com as investigações, instituído de acordo com os cânones 116 e 1303-§ 1,1º CIC e 1047 CCEO, e administrado segundo as normas do direito canónico. § 2. A pedido do Metropolita designado, os fundos necessários para a investigação são colocados à sua disposição pelo administrador do Fundo, salvaguardado o dever de apresentar a este último um relatório financeiro no fim da investigação. Art. 17 - Transmissão das atas e do votum § 1. Completada a investigação, o Metropolita transmite as atas ao Dicastério competente juntamente com o seu próprio votum sobre os resultados da investigação e dando resposta a eventuais quesitos postos nas instruções referidas no artigo 10-§ 2. § 2. A não ser que haja sucessivas instruções do Dicastério competente, as faculdades do Metropolita cessam quando a investigação estiver completada. § 3. No respeito pelas instruções do Dicastério competente, o Metropolita, se lhe for pedido, informa acerca do resultado da investigação a pessoa que afirma ter sido ofendida ou os seus representantes legais. Art. 18 – Medidas sucessivas O Dicastério competente, a não ser que decida organizar uma investigação suplementar, procede nos termos do direito, de acordo com o previsto para o caso específico. Art. 19 – Observância das leis estatais Estas normas aplicam-se sem prejuízo dos direitos e obrigações estabelecidos em cada local pelas leis estatais, particularmente aquelas relativas a eventuais obrigações de assinalação às autoridades civis competentes. Estas normas são aprovadas ad experimentum por um triénio. Estabeleço que esta Carta Apostólica sob forma de Motu Proprio seja promulgada através da sua publicação no jornal L’Osservatore Romano, entrando em vigor no dia 1 de junho de 2019, e seja depois publicada no boletim Acta Apostolicae Sedis. Dado em Roma, junto de São Pedro, no dia 9 de maio do ano 2019, sétimo de pontificado. Francisco
  5. 1378

    Encerramento: 4 às 21h Em Setúbal na Igreja de Nossa Senhora da Anunciada
  6. Setúbal

    PF Prencher pelos Convivas de Lamego
  7. 1375

    Sob o tema "todos, tudo e sempre em missão", com o encerramento na paróquia dos Santos Mártires.
  8. Olhar - Oração - Fonte da Cruz

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  9. Oração - Fonte da Cruz

    Quem tem sede, venha a Mim e beba, diz Jesus, E expôs-se sobre a Cruz Como fonte sempre aberta e disponível. Quem tem sede, Alegre-se então por poder beber, Mas não se entristeça Por não ser capaz de esgotar a fonte. Convém que a fonte permaneça E abasteça O horizonte de paz e de alegria. A água escorre deste santuário, e, como um rio, Percorre e irriga a terra inteira, Coração a coração, Sementeira a sementeira. E não há fio ou metro que meça esta torrente, Que desde a nascente até ao estuário Cresce, cresce, cresce... E nas suas margens tanta vida nova e bela nasce, Tanto trigo floresce, Tanto coração amadurece, Tanto amor renasce. Dá-me sempre dessa Água Viva, E que eu conviva sempre contigo, Senhor! Ámen.
  10. Sou um dos militares que frequentou um dos primeiros convívios fraternos em Lamego , onde estava a prestar o Serviço Militar Obrigatório na sala de refeições da Messe de Oficiais, e recebi o convite desse grande amigo com quem conversava muitas vezes e aprendi muito, o Sr. Padre Valente de Matos, que era o Capelão do Quartel CIOE, para frequentar o convívio fraterno, que aceitei de imediato . Frequentei o convívio na Casa de S. José em Lamego e sei que foi dos primeiros já não tenho presente o número do convívio mas sei que foi um número muito baixo. Tenho presente que com a ajuda do Sr. Padre Valente de Matos, e de Jesus Cristo, no fim do convívio estávamos todos muito felizes, eu vi e observei os testemunhos dos meus colegas do convívio e também eu próprio sentia uma felicidade que não sei explicar e senti uma sensação de felicidade e de paz que nunca tinha sentido, nem nunca mais senti em toda a minha vida , por isso quero agradecer ao Sr. Padre Valente de Matos por me ter proporcionado a frequência daquela reflexão que fiz, e que muito me tem ajudado a ultrapassar as dificuldades da vida mundana que levamos, do stresse que temos com as responsabilidades que assumimos na nossa profissão. Quero deixar aqui um forte abraço ao Sr. Padre Valente de Matos e que gostava muito de lhe dar um abraço pessoal, caso venha a Lisboa agradeço que me telefone para nos encontrarmos, tel. 966634943 Um forte abraço Jorge de Castro Engenheiro telm 966634943 ----------------------------------------------------------------------------------------------------- Consultor de Engenharia de Telecomunicações Secretário das Comissões Técnicas de Normalização Eletrotécnica Presidente do Conselho Fiscal do Atlético Clube do Cacém Coordenador da OET para as Infraestruturas de Telecomunicações Jorge.e.castro@sapo.pt Telm. 966634943 ------------------------------------------------------------------------------------------------------
  11. 1366

    O CF nº 1362 realizou-se em Aveiro e iniciou-se no dia 20/12/2018 O encerramento foi no dia 23/12/2018
  12. Aveiro

    12 15 de Abril 1976 o Primeiro da Diocese....
  13. O Nascimento de Jesus, que é motivo de alegria universal para toda a humanidade, infelizmente não é vivido na Paz universal. Por entre prisões, muros, oceanos, desertos, há muitos cristãos que precisam, neste Natal, que nos lembremos deles. Ver artigo completo
  14. Ao contrário da nossa realidade ocidental, há muitos Cristãos no mundo que não podem celebrar o Natal com tranquilidade. Por perseguição religiosa, porque escapam da miséria, de más condições, da guerra... há uma míriade de irmãos cujo Natal é não é tão tranquilo como o nosso. Nesses está representada a Igreja que carrega no seu corpo as chagas de Cristo, verdadeiro Deus e verdadeiro homem. Cristo, que sendo Deus, se fez homem e sofreu pela humanidade, está bem presente nesses irmãos. Na China, as autoridades continuam a fechar Igrejas cristãs. Em Guangzhou fecharam uma igreja cristã e confiscaram 4000 livros, e suspenderam a actividade. No Egipto, um polícia matou, no passado dia 12, um cristão copta e o seu filho na cidade de Minya. Apesar do polícia aguardar julgamento, crê-se que não haverá consequências, tendo em conta o histórico de laxismo das autoridades relativamente às pressões e ataques constantes a que a comunidade de cristãos (cerca de 10% da população do país). Já em agosto outro polícia, encarregado de zelar pela segurança de uma igreja em Beni Suef incitou à violência contra os cristãos durante o culto. No Irão, cerca de 100 cristãos foram presos pelos serviços secretos, numa tentativa de silenciar e intimidar os cristãos antes das cerimónias de Natal. A verdade é que o Cristianismo tem crescido exponencialmente no Irão nos últimos anos e o governo e os clérigos islamitas estão alarmados. A única estratégia que adoptam tem sido de medo, violência e intimidação aos cristãos, uma vez que o governo se sente ameaçado com o crescimento do número de cristãos. Em Aleppo, na Síria, após longos anos de guerra, os cristãos celebram à medida que a cidade recupera do que foi a destruição massiva e o banho de sangue da já longa guerra civil. Por entre as luzes da esperança existem algumas sombras sobre o futuro da Síria e do Iraque, uma vez que os Estados Unidos se preparam para abandonar o local e existe tensão crescente entre os Curdos, os Turcos, o governo Sírio, a influência iraniana no terreno e o auto-denominado "Estado Islâmico", ainda existente e com possibilidade de preencher o vazio e de explorar os ódios latentes entre as várias facções. No México, milhares de migrantes celebraram o Natal com esperança de entrar nos Estados Unidos, onde não são desejados, após fugirem das más condições de vida e insegurança dos seus países de origem. Organizações não governamentais e voluntários tentaram trazer alguma alegria, preparando comida tradicional e presentes, mas o ambiente continua a ser de medo e ansiedade. O Nascimento de Jesus, que é motivo de alegria universal para toda a humanidade, infelizmente não é vivido na Paz universal. Por entre prisões, muros, oceanos, desertos, há muitos cristãos que precisam, neste Natal, que nos lembremos deles. Por Como cristãos, devemos rezar pela Igreja que é perseguida e que não pode viver o Natal num ambiente de paz, amor e tranquilidade. E devemos ajudar a suavizar os sofrimentos desses irmãos que carregam no corpo as chagas de Cristo, e perdoar, estabelecer pontes e rezar pelos que os perseguem. Porque este Jesus que nasceu, veio para nos indicar o único caminho: o Amor.
  15. Olhar - Oração de Natal

    Esta pequena história ajuda-nos a refletir sobre a simplicidade das pequenas coisas. E é esta simplicidade que mais agrada ao menino do presépio de Belém. Sejamos capazes de ter gestos simples, pois esta é a oração que mais agrada a Deus. Ver artigo completo
  16. Oração de Natal

    Vou contar a história da linda oração de Natal: «Era noite de Natal... Como de costume, todos os habitantes da aldeia se reuniam na Igreja para a celebração da missa do galo. À medida que os habitantes iam chegando, contemplavam a beleza do presépio. - "Mas que presépio tão bonito!” diziam uns. - "Ah! Está muito bonito o presépio!” diziam outros. - “Quem teria feito este ano o nosso presépio? Está muito diferente do ano passado.” - "Pois está mesmo diferente... Mas para dizer a verdade, eu não sei quem terá sido.” Comentavam admirados. A Zeladora chegou e disse a todos: “- Ora quem terá sido?!... Claro que fui eu...eu! Mas afinal quem é que faz as coisas bonitas aqui na nossa terra?!... Ah! Está muito bonito, não está? Mas deu uma trabalheira...” As pessoas estavam preocupadas em discutir quem tinha feito o presépio. Nos seus corações a mensagem do verdadeiro Natal não tinha a profundidade do nascimento do Deus connosco, que vem ao nosso encontro, que estáperto de nós, do Deus que nasce num humilde palheiro tornando-se um nomeio de nós. No meio daquela conversa, uma criança entrou na Igreja. Pouco a pouco aproximou-se do presépio e disse, com ternura: - "A, B, C, D, E, F, G, H, I, J, L,M, N...” Mas logo foi interrompida por alguém que não gostou: - "Olhai que pouca vergonha... os garotos de hoje não tem educação nenhuma. Ó Rapariga, que estas tu a fazer?! Não vês que estamos na Igreja e vai começar a missa, não podes fazer barulho?!... Olha,os teus pais não te dão educação? A Igreja não é lugar para brincadeira, nem para fazer disparates. Onde estão os teus pais?” A criança ficou muito triste, e baixou a cabeça. Depois, olhando para as pessoas, respondeu: - "Pais?!...Eu não tenho Pai nem Mãe. Vim aqui fazer a minha oração de Natal. Vim rezar ao menino Jesus, porque hoje é Natal”. - "Vieste rezar?!... Mas tu sabes rezar?” perguntavam. A menina, triste,respondeu: - "Não, não sei orações. Ve-nho aqui junto do presépio, olho parao Menino Jesus e digo todas as letrasdo alfabeto.” - “O quê?...” perguntavam admiradas. “É assim que tu rezas,minha filha?” - "Sim, digo as letras do alfabeto e Jesus encarrega-se de as ordenar, compondo a oração que lhe for mais agradável.” Disse a criança. E voltando-se de novo para o presépio continuou: “- O, P...” Toda a assembleia, comovida, pôs-se a dizer com acriança o alfabeto: “- T, U, V, W, X,Y, Z.» Esta pequena história ajuda-nos a refletir sobre a simplicidade das pequenas coisas. E é esta simplicidade que mais agrada ao menino do presépio de Belém. Sejamos capazes de ter gestos simples, pois esta é a oração que mais agrada a Deus. Que as nossas palavras sejam de verdade um reflexo dos sentimentos do nosso coração. O Deus Menino quer nascer na “gruta” da nossa vida e espera ser acolhido.O mundo precisa de gestos de simplicidade, de amor e de entrega aos outros. Com todas as letras do alfabeto formamos as palavras do nosso coração. Neste Natal, façamos o propósito de ir ao encontro do nosso irmão mais necessitado. E que, com o conjunto das nossas letras, o Senhor componhaa oração que mais lhe agrada neste Na-tal. Pedro Castro CF765 Bragança-Miranda
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    Edição do Jornal Balada da União de Outubro, Novembro e Dezembro de 2018
  18. CF 1371

    até
  19. 1371

    Convívio Fraterno realizado nos dias 26 a 29 de dezembro de 2018 no Seminário de Nossa Senhora de Lourdes em Resende (Diocese de Lamego).
  20. Lamego

    O Movimento dos Convívios Fraternos está implementado na Diocese de Lamego desde 1971.
  21. CF Coimbra_intendências

    Caros amigos convivas, Irá decorrer entre o dias 20 e 23 de dezembro o próximo Convívio Fraterno da diocese de Coimbra. Partilhamos o Link para que possam preencher a vossa Intendência. Chegou a vez de dares um pouco de ti por aqueles que estarão a viver este momento tão especial! https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScyh9HwcoBP-APuPg-lG5qYU9RpWqAWQiuJhPElmWTYaU7ITQ/viewform Um abraço fraterno
  22. letra da musica "vem, vem conviva vem"

    Encontro do Amor Vem, vem "Amigo" vem Juntos vamos caminhar De mãos dadas seguiremos Ao encontro do Amor. A chama de Cristo envolve-nos Há 50 anos que é assim Percorremos um longo caminho Despertando a Fé para evangelizar Refrão Deus quis que alguém sonhasse E nascesse um projecto de Luz Movido pela força do Espírito No contínuo encontro com "Deus Amor". Letra e música: Célia Oliveira De momento não tenho os acordes para poderem partilhar nas vossas paróquias, mas assim que possível partilharei aqui na página.
  23. A última Coca Cola para o teu deserto

    "Entretanto, chegou certa mulher samaritana para tirar água. Disse-lhe Jesus: «Dá-me de beber.» Os seus discípulos tinham ido à cidade comprar alimentos. Disse-lhe então a samaritana: «Como é que Tu, sendo judeu, me pedes de beber a mim que sou samaritana?» É que os judeus não se dão bem com os samaritanos. Respondeu-lhe Jesus: «Se conhecesses o dom que Deus tem para dar e quem é que te diz: ‘dá-me de beber’, tu é que lhe pedirias, e Ele havia de dar-te água viva!» Disse-lhe a mulher: «Senhor, não tens sequer um balde e o poço é fundo... Onde consegues, então, a água viva? Porventura és mais do que o nosso patriarca Jacob, que nos deu este poço donde beberam ele, os seus filhos e os seus rebanhos?» Replicou-lhe Jesus: «Todo aquele que bebe desta água voltará a ter sede; mas, quem beber da água que Eu lhe der, nunca mais terá sede: a água que Eu lhe der há-de tornar-se nele em fonte de água que dá a vida eterna." (João 4, 7-13)

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  24. Pós-CF 1362

    Conviva 1362, Passaram algumas horas desde a tua saída do Seminário de Resende, mais precisamente cerca de…pronto…digamos…um número importante de horas…mas na verdade este 4º dia ainda está no seu point de départ (cf. Google tradutor). Então nesta caminhada, o pós-CF é imprescindível e de certeza, não vais querer perder! O Pós é em Tendais (encontramo-nos no largo da Igreja) no dia 3 de novembro de 2018 (não vás aparecer no ano errado) com início previsto às 9h30 (ou seja marca na agenda para as 9h, questões de segurança e afins). Quanto ao que deves levar…nada de muito complicado mas fundamentalmente não te podes esquecer de: - guião de música - livrinho cf - cruz conviva + compromisso - terço missionário A parte mais chata ou talvez mais trabalhosa é o facto de pedirmos que tragas se possível um bolo para sobremesa…e então o melhor nesse caso é combinares com a malta da tua zona/paróquia para assim não levarem 1000 sobremesas…não sejamos obrigados a comer que nem uns texugos. Finalmente, confirma a tua presença por mail (cflamego@gmail.com) ou junto de um membro da equipa da tua equipa, até dia 30 de outubro! (2018!) Já agora…falta pouco!!! E já agora um enorme abraço laranjinha! #poscf1362 #laranjinhasasolta
  25. até
    Sabe tudo sobre o CF 1362 em Lamego:
  26. Faz Uma Intendência

    Dar é fácil, basta ter. Dar-se, é outra história. Exige coragem. Exige um puro acto de amor pelo outro, de entrega. Daqueles actos que mudam o mundo por mais pequenos que sejam, porque custam. Porque é um acto de perfeita liberdade, em que tu escolhes oferecer de ti aos outros. E o que dás de ti multiplica-se, ficas mais rico tu e ficam mais rico os outros. Dar-se, é acumular tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem os consomem, e onde os ladrões não furtam nem roubam. Porque onde está o teu tesouro, lá também está o teu coração. (MT 6, 20-21) Jesus também disse acerca da Sua vida, o mais perfeito acto de amor por nós: "Ninguém ma tira, mas sou Eu que a ofereço livremente." (Jo 10, 18) Consegues oferecer um pouco de ti? Então, faz uma intendência!
  27. 1362

    “Quando passares pelas águas, estarei contigo.” (Is 43, 2)
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