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50 anos de mãos dadas a viver e transmitir amor

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Agora, apenas afirmo: enquanto Ele quiser servir-se de mim na construção do seu Reino, estou disponível.

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Jesus
Por Jesus

Eu sou o caminho, a verdade e a vida.


Passaram-se nos dias 18, 19 e 20 de maio, 50 anos que, envolto em dúvidas e em incertezas mas também com muita esperança e grande confiança que, ao serviço apostólico da Igreja e iluminado pela força do Espírito Santo, organizei e orientei, ajudado por 8 jovens a cumprir o serviço militar obrigatório,  esta primeira experiência de Deus para entusiasmar e seduzir jovens por Cristo, em Castelo Branco: a que demos o nome de Convívio Fraterno por no final deste trabalho apostólico, todos ficarmos unidos e a amarmo-nos como irmãos.

Volvidos estes 50 anos de vida apostólica deste movimento, dou graças ao Senhor por me ter ajudado nos 283 Convívios Fraternos realizados na diocese do Porto (só não participei em 4), nos 53 convívios para jovens militares e em mais de 100 noutras dioceses e no estrangeiro, em que tive o grato e inesquecível privilégio de ajudar mais de 20 mil jovens e aproximadamente 500 casais nos convívios para eles realizados no Porto, a reencontrarem-se e entusiasmarem-se por Jesus Cristo.

E isto aconteceu em todos os convívios como no primeiro: com a mesma fé, a mesma alegria, a mesma paz, a mesma serenidade e a mesma certeza de que o Espírito Santo iria transformar os corações daqueles jovens e casais, apesar das fraquezas e das limitações a que eu, os jovens e casais das equipas coordenadoras a quem o Senhor escolhera e chamara para ser o instrumento transmissor do seu amor em cada convívio, e assim testemunhar e seduzir os participantes  pelo Grande Amigo, a quem apelidamos com carinho de JC que, como afirmava o Papa Francisco, só tem um defeito:  “teimosamente” sempre nos amar, sempre nos perdoar e nunca, sobretudo nos momentos complicados da vida, nos abandonar.

A  grande mensagem de cada convívio é: Deus é amor e só por nós quer ser amado no amor que aos outros consagramos.

Neste momento, reflectindo, não me lembro haver no fim de um convívio uma desilusão, um sentimento de fracasso, embora, por vezes, durante os 2 primeiros dias de trabalho, um reconhecimento das nossas fragilidades e limitações como transmissores da mensagem, mas sempre com uma grande confiança em Jesus Cristo e Sua Mãe, a quem confiamos os bons frutos do nosso trabalho e a quem nos entregamos de alma e coração ao transmiti-l`O.

Os milhares de jovens a  quem Deus  convidou e o Espírito Santo iluminou para nas equipas coordenadoras serem seus instrumentos nos 1360 convívios até hoje concretizados, são testemunhas verídicas do que acabo de escrever.

Para mim todos os convívios tendo a mesma dinâmica, foram sempre diferentes e vividos como o primeiro há 50 anos.

Eu e os elementos das equipas que comigo mais estiveram neste trabalho apostólico, nunca nos sentimos desiludidos ou frustrados. O cansaço pelas noites com apenas 3 ou 5 horas dormidas; os problemas difíceis por vezes surgidos; as limitações sentidas pela nossa pequenês e fragilidade, tudo é ultrapassado e compensado pela alegria e felicidade que sentimos na alegria e felicidade sentida e manifestada por todos no encontro feito com Jesus Cristo, nosso Amigo, em todos os convívios?!...

Momentos sempre novos, sempre diferentes em cada convívio realizado!...

Ao realizar o convívio 1359, o cinquentenário, é difícil explicar e compreender a sensação tão profunda, tão marcante, tão gratificante e tão esperançosa ao recordar e relacionar o 1º convívio realizado em Castelo Branco, há 50 anos - bem presente na minha memória e em saudade e ao reviver e sentir a reação, a força do mesmo palpitar dos corações e o mesmo entusiasmo por Cristo nos 24 jovens presentes neste convívio, como há 50 anos nos que fizeram o 1º convívio.

A mesma força, a mesma alegria, a mesma esperança, a mesma certeza, o mesmo dinamismo, o mesmo entusiasmo sentido neste convívio, como em todos os outros que realizei?!...

A paz, a felicidade sentidas ao fim de 5 horas no 2º dia deste convívio, como em todos outros, sentado numa cadeira, escutando histórias de vida, desfazendo dúvidas, iluminando corações em escuridão, dissipando problemas e seguidamente sentir a alegria e a felicidade experimentadas, nos jovens  com o perdão inesgotável do grande Amigo, Jesus Cristo, são inexplicáveis apenas vividas e sentidas!...

E no fim, de tudo isto, sem sentir cansaço, mas apenas paz e amor. A alegria de passar pela Capela e presenciar um clarão de velas acesas em frente do sacrário, onde se encontra o “prisioneiro “ do nosso amor, são momentos repetitivos em todos os convívios mas sempre novos e repletos de esperança na certeza de que aqueles jovens felizes e marcados para sempre por esta experiência, vão regressar novamente ao mundo de onde vieram mas agora iluminados pela luz de Cristo para    iluminar os caminhos dos outros homens.

Decorridos estes 50 anos, apenas me sinto um ser “inútil” de que Deus se tem servido para espalhar este carisma; um privilegiado de que, apesar das minhas limitações e fraquezas, Deus me ama e quer continuar ainda hoje a servir-se de mim, dando assim sentido ao meu sacerdócio e à minha vida.

Agora, apenas afirmo: enquanto Ele quiser servir-se de mim na construção do seu Reino, estou disponível.

Pe. Valente

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Sou um dos militares que frequentou um dos primeiros convívios fraternos em Lamego , onde estava a prestar o Serviço Militar Obrigatório na sala de refeições da Messe de Oficiais, e recebi o convite  desse grande amigo com quem conversava muitas vezes e aprendi muito, o Sr. Padre Valente de Matos, que era o Capelão do Quartel CIOE, para frequentar o convívio fraterno, que aceitei de imediato . Frequentei o convívio na Casa de S. José em Lamego e sei que foi dos primeiros já não tenho presente o número do convívio mas sei que foi um número muito baixo. Tenho presente que com a ajuda do Sr. Padre Valente de Matos, e de Jesus Cristo, no fim do convívio estávamos todos muito felizes, eu vi e observei os testemunhos dos meus colegas do convívio e também eu próprio  sentia uma felicidade que não sei explicar e senti uma sensação de felicidade e de paz que nunca tinha sentido, nem nunca mais senti em toda a minha vida , por isso quero agradecer ao Sr. Padre Valente de Matos por me ter proporcionado a frequência daquela reflexão que fiz, e que muito me tem ajudado a ultrapassar as dificuldades da vida mundana que levamos, do stresse que temos com as responsabilidades que assumimos na nossa profissão.

Quero deixar aqui um forte abraço ao Sr. Padre Valente de Matos e que gostava muito de lhe dar um abraço pessoal, caso venha a Lisboa agradeço que me telefone para nos encontrarmos, tel. 966634943

Um forte abraço

Jorge de Castro

Engenheiro

telm 966634943

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Consultor de Engenharia de Telecomunicações

Secretário das Comissões Técnicas de Normalização Eletrotécnica

Presidente do Conselho Fiscal do Atlético Clube do Cacém

Coordenador da OET para as Infraestruturas de Telecomunicações

Jorge.e.castro@sapo.pt

Telm. 966634943

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